A EDP e a Quercus desenvolveram e implementaram, em Portugal, uma ferramenta de pesquisa on-line – a TopTen (http://www.topten.pt/).
Tem como objectivos:
· orientar o consumidor na escolha dos equipamentos domésticos, colocando a eficiência energética (considera o ciclo de vida dos produtos, bem como os seus impactes na saúde, no ambiente e o nível de qualidade a eles associado) como critério de selecção fundamental para a aquisição de um equipamento ou de outro utilitário;
· demonstrar de que forma os consumos domésticos têm um papel no combate às alterações climáticas, e o que cada consumidor pode fazer para melhorar o seu desempenho ambiental;
· ferramenta de pressão junto dos fabricantes, para incentivar a melhoria contínua dos equipamentos fabricados;
uma ferramenta independente de produtores e distribuidores, baseando-se em testes e análises de instituições imparciais, etiquetas e certificados oficiais (por exemplo, as Directivas Europeias para a eficiência energética dos electrodomésticos e lâmpadas);
· incentivar o desenvolvimento de um critério de aconselhamento ao consumidor na escolha dos equipamentos: o critério da eficiência energética.
O TopTen foi lançado na Suiça em 2000, e muitos outros países europeus se seguiram: Áustria, Holanda, Bélgica, República Checa, Alemanha, Itália, Polónia e Finlândia, Hungria, Espanha, França, Luxemburgo.
O Euro Topten, foi desenvolvido para juntar todos os projectos Topten de todos os países europeus. Para obter mais informações sobre o projecto e conhecer os melhores produtos disponíveis no mercado europeu, aceda a: Topten.info
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Ferramentas ambientais interessantes
Existem na internet diversos sites que põem ao nosso dispor diversas ferramentas didacticas bastante úteis para a educação e consciencialização ambientais, nas quais é possível explorar diversos temas actuais. Deixo aqui algumas delas com uma breve descrição do que é possível fazer na ferramenta.
- O Quiz da Pegada Ecológica que coloca 15 questões - tipo de habitação, hábitos de condução, etc - para calcular o consumo de recursos naturais e depois compara o nível de consumo obtido com a média do país. Outra função interessante é que mostra quantos planetas Terra seriam necessários se todas as pessoas consumissem ao mesmo nível obtido.
- A EnergyStar@Home Tool que, através de uma casa virtual interactiva, fornece dicas para melhorar a eficiência energética em cada divisão da casa. (a animação da casa é mesmo muito interessante!)
- O Planet Green Game, um jogo online gratuito no qual as decisões tomadas reflectem-se de um modo directo na prevenção (ou não, claro!) do aquecimento global. É um jogo acima de tudo informativo (pronto pronto, é também bastante divertido!) que encoraja a que sejamos, no nosso quotidiano, parte integrante na solução ao aquecimento global. Este é mesmo um jogo a não perder mesmo que o Halo 3 já esteja à venda, ok?´
.
Espero que se divirtam bastante (bem, pelo menos tanto como eu!!) a usar essas ferramentas. Ahh e é claro que quando se fartarem destas podem ser dar um pulo ao Google e procurar por outras!
terça-feira, 6 de novembro de 2007
Atlas do Ambiente
O Instituto do Ambiente disponibiliza online um útil instrumento que permite visualizar vários mapas do país sujeitos a temas ambientais e geográficos como Áreas Protegidas, Precipitação, Bacias Hidrográficas, Concelhos e Temperaturas entre outros!
O Atlas do Ambiente, nome pelo qual é conhecido este instrumento, não só é interessante para os curiosos que queiram saber mais acerca das características da zona do país onde vivem, como também é útil para estudantes e investigadores da área do ambiente e outras que necessitem do conhecimento do país ao nível das suas características ambientais, geográficas e geológicas.
As principais desvantagens do Atlas do Ambiente são a maior parte dos seus dados datarem da década de 80 e 70 e a sua escala ser tão elevada (1:1 000 000).
Os mapas podem ser gravados e analisados mais pormenorizadamente utilizando por exemplo o programa arcgis ou o fgis(freeware).
Site do Atlas do Ambiente: http://www.iambiente.pt/atlas/est/index.jsp
O Atlas do Ambiente, nome pelo qual é conhecido este instrumento, não só é interessante para os curiosos que queiram saber mais acerca das características da zona do país onde vivem, como também é útil para estudantes e investigadores da área do ambiente e outras que necessitem do conhecimento do país ao nível das suas características ambientais, geográficas e geológicas.
As principais desvantagens do Atlas do Ambiente são a maior parte dos seus dados datarem da década de 80 e 70 e a sua escala ser tão elevada (1:1 000 000).
Os mapas podem ser gravados e analisados mais pormenorizadamente utilizando por exemplo o programa arcgis ou o fgis(freeware).
Site do Atlas do Ambiente: http://www.iambiente.pt/atlas/est/index.jsp
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
AG: Mitos e Factos
Bem, depois de uns dias ausente numa correria frenética (mas isso é uma história que deixo para outro dia..), cá estou eu a escrever.
Reparei nestes últimos dias que, no que diz respeito ao Aquecimento Global, ainda existem muitos mitos (muitos dos quais ainda existentes no seio de muitas pessoas e não apenas estudantes de engenharia como nós) e para que este pequeno espaço virtual possa também servir de caçador de mitos resolvi dar início à edição do AG: Mitos e Factos onde muitos destes mitos serão desfeitos com a apresentação dos factos e onde todos vós, caros leitores (ou cibernautas que não sabendo muito bem porquê, aconteceu virem cá parar), poderão apresentar os vossos próprios mitos e factos. Sempre que surgir um novo enviem-nos por mail que teremos todo o gosto em edita-lo aqui.
Ora para dar o exemplo, lanço o primeiro.
Mito: O aquecimento global e o CO2 em excesso serão benéficos uma vez que reduzem as mortes relacionadas com o frio e aumentam o crescimento das plantações.
Facto: Mesmo uma subida de temperatura abaixo das projecções científicas teria impactes devastadores em diversos sectores da economia. A subida do nível do mar provocaria a inundação de comunidades costeiras, a contaminação das interiores com sal afectando globalmente dezenas de milhões de pessoas. Para além de que os fenómenos climáticos extremos incluindo ondas de calor, secas, inundações preveêm-se com frequências e intensidades mais elevadas, consequentemente causando maiores perdas de vida, pobreza e colapso da agricultura. O aumento da temperatura causa potencialmente também maiores níveis de ozono regional (smog) que pode aumentar as doenças respiratórias e daí o número de mortes. Relativamente ao CO2, ainda que níveis mais elevados de CO2 possam actuar como fertilizante de plantas em certas condições, cientistas afirmam que este efeito pode ser diferente uma vez que na natureza o efeito "fertilizante" do CO2 diminui à medida que as plantas de adaptam às condições, para além de que as ervas daninhas podem ser mais beneficiadas do que as espécies desejadas. Um outro facto é que o CO2 já causou a acidificação dos oceanos pelo que pode potencialmente por em risco a vida marinha e as pescas.
Mito desfeito.
domingo, 4 de novembro de 2007
Chegados à fase Pós-Kioto qual será o esquema que deve ser implementado?
Na cadeira de Instrumentos Globais em Energia e Ambiente tivemos de realizar um workshop em que cada grupo representou uma região do planeta (Europa, China+Índia, África, USA+Canadá+Austrália, Latina América, Médio Oriente, Pequenas Ilhas e população do Árctico e Rússia) considerando os indicadores económicos característicos da região.
A alteração do clima é uma preocupação cada vez mais acentuada a nível global, uma vez que traz consequências graves a nível do desenvolvimento social e económico, dos recursos naturais, e da saúde humana.
O meu grupo representou a América Latina. Esta é uma região com elevado potencial de desenvolvimento repleta de recursos naturais essenciais para um desenvolvimento sustentável, do qual não pretendemos abdicar e sabemos ser viável. Esse desenvolvimento passa pela implementação de políticas de eficiência energética e uso preferencial de energias renováveis. Presentemente, a contribuição para as emissões de GEE globais da América Latina é baixa, certa de 4.3%. No entanto, potenciais impactos futuros da alteração do clima e do solo podem ser significativos (grandes e custosos) para esta região. Mais, a libertação de carbono na atmosfera como consequência da desflorestação massiva e continuada na América Latina terá o potencial de alterar o balanço do carbono global. Por outro lado, alguns estudos sugerem que medidas de adaptação tecnologicamente simples podem melhorar a capacidade de sequestro do carbono, como a produtividade económica nalguns ecossistemas. Esta região está a ser fortemente afectada pelo processo de alterações climáticas para as quais não temos uma contribuição significativa.
Chegados à fase Pós-Kioto, o que pudemos salientar de termos aprendido, é que é possível, através de medidas e estratégias adequadas, fazer face às Alterações Climáticas, actuando tanto a nível de adaptação, como de mitigação, sem que tal leve ao colapso das economias. No entanto, para que este novo processo pós-2013, seja bem sucedido, algo que acreditamos ser possível, é imperativo que as linhas e estratégias a seguir sejam delineadas a um nível global, dado que é também a um nível global que as alterações se fazem sentir. Não nos podemos esquecer no entanto, que na definição destas políticas e estratégias, é imperativo ter em atenção os diferentes contributos dos vários países, que originarão obviamente metas e medidas diferenciadas, mas de forma a que façam sentido globalmente.
O esquema dos “Global Climate Certificate” (CC´s), incluindo os complementos, por nós propostos, tem as seguintes obrigações:
- O país comprador de CC´s terá de pagar directamente 50% desses CC´s ao país vendedor. Este dinheiro será gerido pelo próprio país vendedor que se direcciona à implementação de projectos de desenvolvimento sustentável (saneamento, produção de biocombustíveis, produção de energia (eólica, hídrica e outras renováveis), etc);
- MDL - Os restantes 50% dos CC´s são obrigatoriamente aplicados no país vendedor sob a forma de implementação de desenvolvimento sustentável. Nestes projectos, o país comprador de CC´s, terá que ter nos seus quadros administrativos 25% de trabalhadores do país vendedor (oportunidade de emprego, formação) e ainda 10% dos seus lucros terão que ser dados ao país vendedor (oportunidade de investimento do país vendedor em projectos de desenvolvimento e projectos de redução/mitigação da pobreza). Estes projectos levarão a uma redução das emissões de CO2 e é essa redução que será contabilizada nas emissões totais efectuadas pelos pais comprador/investidor (diminui o número de CC´s que poderá ter de pagar num futuro próximo). Por outro lado, apenas 1/3 das áreas agrícolas poderá ser usado em produção de biocombustíveis, sendo os restantes 2/3 para produção alimentar (evita a sobre-exploração do recurso). Esta proposta do país comprador também desenvolver projectos no país vendedor e não ser somente o país vendedor a desenvolver os seus projectos, deve-se ao facto de certos países, como alguns da América Latina, não terem Know How suficiente com formação em tecnologias essencialmente modernas e bem mais eficientes.
- No entanto, com o tempo, os países vendedores de CC´s, poderão ter a oportunidade de pôr de parte alguns CC´s, ou seja não vendendo, indo só a outra parte para ser aplicado na primeira e segunda obrigação acima referido. Esses CC´s postos de parte poderão ser gastos em projectos já existentes e até na implementação de outras. Isto levará à possibilidade dos países vendedores se tornarem cada vez mais auto-suficientes.
- É determinante ainda um instrumento para preservação das florestas que se pode viabilizar através de uma taxa adicional (30% do valor dos CC´s comprados). Esses 30% são atribuídos a uma entidade internacional e neutra que fará periodicamente estudos relacionados com as áreas florestais existentes e potenciais a nível global merecedoras desse investimento.
- Para ajudar as populações afectadas pelas alterações climáticas, a entidade anterior referida irá receber também uma contribuição de uma taxa de cada país do Mundo. Esta taxa basear-se-á na intensidade energética. O peso que cada país terá na intensidade energética a nível global corresponderá ao valor da taxa a pagar. Desta forma, países que têm uma intensidade energética elevada, como por exemplo a China, terão uma responsabilidade e custos maiores. Esta obrigação fará que países como a China que não eram penalizados segundo o esquema dos CC´s, passem a ser penalizados, a terem um custo associado às suas emissões e a terem a iniciativa de aumentarem a sua eficiência energética (diminuindo a intensidade energética, logo as suas emissões).
A alteração do clima é uma preocupação cada vez mais acentuada a nível global, uma vez que traz consequências graves a nível do desenvolvimento social e económico, dos recursos naturais, e da saúde humana.
O meu grupo representou a América Latina. Esta é uma região com elevado potencial de desenvolvimento repleta de recursos naturais essenciais para um desenvolvimento sustentável, do qual não pretendemos abdicar e sabemos ser viável. Esse desenvolvimento passa pela implementação de políticas de eficiência energética e uso preferencial de energias renováveis. Presentemente, a contribuição para as emissões de GEE globais da América Latina é baixa, certa de 4.3%. No entanto, potenciais impactos futuros da alteração do clima e do solo podem ser significativos (grandes e custosos) para esta região. Mais, a libertação de carbono na atmosfera como consequência da desflorestação massiva e continuada na América Latina terá o potencial de alterar o balanço do carbono global. Por outro lado, alguns estudos sugerem que medidas de adaptação tecnologicamente simples podem melhorar a capacidade de sequestro do carbono, como a produtividade económica nalguns ecossistemas. Esta região está a ser fortemente afectada pelo processo de alterações climáticas para as quais não temos uma contribuição significativa.
Chegados à fase Pós-Kioto, o que pudemos salientar de termos aprendido, é que é possível, através de medidas e estratégias adequadas, fazer face às Alterações Climáticas, actuando tanto a nível de adaptação, como de mitigação, sem que tal leve ao colapso das economias. No entanto, para que este novo processo pós-2013, seja bem sucedido, algo que acreditamos ser possível, é imperativo que as linhas e estratégias a seguir sejam delineadas a um nível global, dado que é também a um nível global que as alterações se fazem sentir. Não nos podemos esquecer no entanto, que na definição destas políticas e estratégias, é imperativo ter em atenção os diferentes contributos dos vários países, que originarão obviamente metas e medidas diferenciadas, mas de forma a que façam sentido globalmente.
O esquema dos “Global Climate Certificate” (CC´s), incluindo os complementos, por nós propostos, tem as seguintes obrigações:
- O país comprador de CC´s terá de pagar directamente 50% desses CC´s ao país vendedor. Este dinheiro será gerido pelo próprio país vendedor que se direcciona à implementação de projectos de desenvolvimento sustentável (saneamento, produção de biocombustíveis, produção de energia (eólica, hídrica e outras renováveis), etc);
- MDL - Os restantes 50% dos CC´s são obrigatoriamente aplicados no país vendedor sob a forma de implementação de desenvolvimento sustentável. Nestes projectos, o país comprador de CC´s, terá que ter nos seus quadros administrativos 25% de trabalhadores do país vendedor (oportunidade de emprego, formação) e ainda 10% dos seus lucros terão que ser dados ao país vendedor (oportunidade de investimento do país vendedor em projectos de desenvolvimento e projectos de redução/mitigação da pobreza). Estes projectos levarão a uma redução das emissões de CO2 e é essa redução que será contabilizada nas emissões totais efectuadas pelos pais comprador/investidor (diminui o número de CC´s que poderá ter de pagar num futuro próximo). Por outro lado, apenas 1/3 das áreas agrícolas poderá ser usado em produção de biocombustíveis, sendo os restantes 2/3 para produção alimentar (evita a sobre-exploração do recurso). Esta proposta do país comprador também desenvolver projectos no país vendedor e não ser somente o país vendedor a desenvolver os seus projectos, deve-se ao facto de certos países, como alguns da América Latina, não terem Know How suficiente com formação em tecnologias essencialmente modernas e bem mais eficientes.
- No entanto, com o tempo, os países vendedores de CC´s, poderão ter a oportunidade de pôr de parte alguns CC´s, ou seja não vendendo, indo só a outra parte para ser aplicado na primeira e segunda obrigação acima referido. Esses CC´s postos de parte poderão ser gastos em projectos já existentes e até na implementação de outras. Isto levará à possibilidade dos países vendedores se tornarem cada vez mais auto-suficientes.
- É determinante ainda um instrumento para preservação das florestas que se pode viabilizar através de uma taxa adicional (30% do valor dos CC´s comprados). Esses 30% são atribuídos a uma entidade internacional e neutra que fará periodicamente estudos relacionados com as áreas florestais existentes e potenciais a nível global merecedoras desse investimento.
- Para ajudar as populações afectadas pelas alterações climáticas, a entidade anterior referida irá receber também uma contribuição de uma taxa de cada país do Mundo. Esta taxa basear-se-á na intensidade energética. O peso que cada país terá na intensidade energética a nível global corresponderá ao valor da taxa a pagar. Desta forma, países que têm uma intensidade energética elevada, como por exemplo a China, terão uma responsabilidade e custos maiores. Esta obrigação fará que países como a China que não eram penalizados segundo o esquema dos CC´s, passem a ser penalizados, a terem um custo associado às suas emissões e a terem a iniciativa de aumentarem a sua eficiência energética (diminuindo a intensidade energética, logo as suas emissões).
sábado, 3 de novembro de 2007
Guias de Boas Práticas para o Sector Automóvel
Nos dias de hoje, uma empresa do sector automóvel deve ter em conta o ambiente como elemento-chave da sua gestão. Para isso é importante que implemente um Sistema de Gestão Ambiental (SGA) de acordo com a norma NP EN ISO 14001:2004. São realizadas, posteriormente, auditorias ao SGA segundo as linhas de orientação da Norma NP EN ISO 19011:2003, com o objectivo de determinar a conformidade do SGA da empresa com os requisitos da Norma NP EN ISO 1001:2004. O seguinte link é interessante em termos de fornecer vários guias de boas práticas para o sector automóvel quer seja produção, retalho ou serviços:
http://www.ccar-greenlink.org/cshops/
http://www.ccar-greenlink.org/cshops/
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
Feriado em Novembro
Neste feriado de 1 de Novembro nada como um passeio por Setúbal com a namorada. Visitar a baixa da cidade e esperar a vez para comer o típico choco frito na esplanada do restaurante. Comer um gelado que sabe tão bem e visitar a estátua do grande poeta Bocage no centro da praça. Cruzar a Arrábida e passear na praia do portinho.
Grande erro? Talvez há uns anos atrás...
Hoje o único erro foi ter levado uma camisola de manga comprida e esquecer-me dos óculos escuros em casa...
Sinceramente... e mesmo para quem considera as provas científicas vôdoo...
Quem é que ainda duvida do aquecimento global neste pequeno país à beira do Atlântico?...
Grande erro? Talvez há uns anos atrás...
Hoje o único erro foi ter levado uma camisola de manga comprida e esquecer-me dos óculos escuros em casa...
Sinceramente... e mesmo para quem considera as provas científicas vôdoo...
Quem é que ainda duvida do aquecimento global neste pequeno país à beira do Atlântico?...
Subscrever:
Mensagens (Atom)